«Não sou poeta, tenho de o reconhecer apesar de ser capaz de exprimir “o que sofro” — em boa verdade, apenas em monólogo. Seja o que for “exprimir” é a palavra adequada que resulta sempre. Funciona pois, como uma libertação, uma espécie de confissão na esperança de me absolver a mim próprio. Acima de mim não existe outro juiz ou padre.»

“O Problema de Aladino” de Ernst Jünger

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