Enquanto houver desconhecido, haverá poesia.

Lawrence  Ferlinghetti

Tardes em que me deito no quarto e o vento levanta suavemente as cortinas, entra a cidade pela janela, as gaivotas voam e desaparecem na luz. Vens deitar-te ao meu lado e lês versos, peço-te que o faças sempre.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s