Tenho saudades da Patrícia, do seu rosto, de vê-la no baloiço da oliveira ou no rio. De rir com ela. Subir ao cume dos montes, ficar paradas, olhando as casas e os carvalhos. Do tempo em que a terra se levantava à nossa volta e, de ferida em ferida, a tristeza crescia nos livros abertos ao vento. Dessa linguagem de espanto como as raízes. A distância é tão bela.

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