THE SILENT WOOD

O silent wood, I enter thee
With a heart so full of misery
For all the voices from the trees
And the ferns that cling about my knees.

In thy darkest shadow let me sit
When the grey owls about thee flit;
There will I ask of thee a boon,
That I may not faint or die or swoon.

Gazing through the gloom like one
Whose life and hopes are also done,
Frozen like a thing of stone
I sit in thy shadow — but not alone.

Can God bring back the day when we two stood
Beneath the clinging trees in that dark wood?

Elizabeth Siddall, Os Pré-rafaelitas, antologia poética. Assírio & Alvim, 2005.

 

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Dante Gabriel Rossetti, Devaneio, 1880.

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Respiras perto.
A tua boca escurece no meu seio.
O amor é um medo antigo.
Evito o pânico.
Enceno quando a luz da cidade me sufoca,
fujo das árvores para a distância
não me tomar no momento de segredar
que te amo.

amirafritz

 

«Um dia numa floresta um coelho matou um homem. Uma vaca observava esperando que o homem se levantasse. Um insecto rastejou na cara do homem. Uma vaca saltou uma sebe para ver mais de perto como um coelho arruma um homem. Um coelho ataca uma vaca pensando que a vaca veio ajudar o homem. O coelho domina a vaca e arrasta a vaca para a sua toca.
Quando a vaca desperta a vaca pensa, eu queria estar no cimo da terra indo com o homem para o meu estábulo.
Mas a vaca permanece com estes orelhudos para o resto da vida.»

“O Túnel” de Russell Edson